Aluno da Rede de Ensino APOGEU desde o Ensino Médio se destaca em um dos cursos mais concorridos da cidade “Filho, seja como for, vamos continuar te amando.

Não será uma reprovação na universidade que vai mudar a forma como o admiramos”.

A frase da mãe, Luzia Célia Delgado de Almeida Vilas Boas, representou o estímulo necessário para que o filho, João Vítor Delgado Vilas Boas, não desistisse do sonho de cursar Medicina na Universidade Federal de Juiz de Fora, diante das duas reprovações iniciais. “Eu já havia tentado outras duas vezes.

Quem faz cursinho sabe o quanto é difícil retornar à sala de aula depois de uma reprovação.

Não é fácil! Mas, coloquei meu sonho em um pedestal, como o objetivo mais importante, e o inseri em todos os aspectos da minha vida.

Ao acordar pela manhã, a gente precisa ter sempre em mente o que é necessário ser feito para que se chegue ainda mais perto dos nossos objetivos.

Esquecer ou acomodar significa perder o foco e se distanciar do seu sonho.

É muito importante se lembrar do porquê você acorda cedo todos os dias e sacrifica tantas horas para estudar.

Isso foi minha motivação, somada ao suporte e ao amor da minha família”, afirma João Vítor, aprovado em primeiro lugar geral em Medicina na UFJF. João Vítor Delgado Vilas Boas, aluno APOGEU aprovado em 1º lugar em Medicina na UFJF Divulgação Mais que conquista, uma história de superação Natural de Juiz de Fora, João Vítor estudou todo o Ensino Médio na Rede de Ensino APOGEU.

Para a mãe, o início no novo colégio representou um enorme desafio.

“Ele dizia que as matérias eram diferentes de tudo o que ele já havia visto.

Graças a Deus, ele se esforçou muito e conseguiu vencer essa primeira batalha e se destacou entre os melhores”, explica Luzia.

“Mas, para nossa tristeza, recebemos uma notícia que abalou toda a família, a doença da minha filha, Ana Júlia, irmã do João, acometida por um câncer agressivo aos 15 anos”. Segundo Luzia, apesar de conviver com a doença e o tratamento da irmã ao longo de oito meses, o filho manteve o foco nos estudos.

“Isso ocorreu no ano da formatura da 3ª série do Ensino Médio”, ressalta. João Vítor entre os pais, Luzia e Alex Divulgação As notas altas e a dedicação nos estudos já sinalizavam que o futuro seria indiscutivelmente brilhante.

O objetivo era claro: ser médico e cuidar de pessoas! “O comportamento do João era exemplar.

Em todos os momentos da aula, eu percebia que ele estava conectado, respondendo a tudo o que eu perguntava.

Para nós, professores, ele representava um desafio, dávamos o nosso melhor porque sabíamos que ele estava ali ávido por aprendizado”, relembra o professor de Geografia e coordenador das turmas de pré-vestibular do APOGEU, Tiago Simões. O aluno João Vítor e o coordenador Tiago Simões Divulgação “Quando demos a notícia sobre o falecimento da Ju, há dois, ele ficou em estado de choque”, afirma Luzia.

“Mesmo assim, ele seguiu no cursinho no APOGEU.

Me lembro de uma das frases que a irmã disse a ele na última vez em que se viram foi: ‘forme-se logo como médico, João, pois é você quem vai cuidar de mim’”.

As reprovações vieram na sequência.

Contudo, o sonho era proeminente.

“Eu chegava em casa, em Coronel Pacheco, por volta das 15h.

Criei o hábito de estudar das 16h às 22h, assim, não dormia tão tarde e tinha disposição para acordar cedo”.

Como uma dica preciosa para quem segue esse mesma trajetória, João Vítor sinaliza: “estude até o momento em que perceber que não vai render mais.

A rotina não pode ser tão rígida, ela precisa atender às necessidades de cada um.

Alguns estudam por 50 minutos e rendem muito mais do que quem fica por horas sobre os livros.

É muito saudável fazer um bom lanche, às vezes dar uma olhada no celular, precisa ser algo natural.

O segredo é não forçar!”, salienta. E a vitória veio em 2020! João Vítor foi aprovado em primeiro lugar no curso pretendido desde o Ensino Médio.

“Eu era bastante ansioso em relação às notas, apesar de controlar ao máximo minha ansiedade.

Só conferi a minha nota um dia após a abertura do SiSU, justamente porque eu tinha medo de uma nova reprovação.

Eu nunca tive a pretensão de ser aprovado em primeiro lugar na UFJF.

Eu tinha muita esperança de ser aprovado, mesmo que na última colocação”, comemora o aluno.

Hoje, ele enfatiza que a aprovação não é um sonho impossível.

“Só é preciso ajustar suas necessidades ao tempo de estudo e se preparar para a prova.

Não há modelo a ser seguido, porque cada um tem seu ritmo.

Não é preciso ter pressa, tudo vem no tempo certo”, finaliza João Vítor. Aprovado em Medicina destaca a importância do APOGEU no processo de preparação Ser aprovado no vestibular é, sem dúvidas, o primeiro desafio para quem quer cursar medicina.

Alia-se a isso o terror da ampla concorrência e a dificuldade dos conteúdos, despontando como os grandes vilões dos alunos, que precisam se dedicar, muitas vezes, durante anos para conseguir uma vaga na universidade.

Para João Vítor, a conquista é atribuída à excelente preparação, tanto no Ensino Médio quanto no pré-vestibular, cursados na Rede de Ensino APOGEU.

“O colégio tem uma equipe de professores muito dedicada.

Esse foi um dos principais motivos que me fizeram permanecer no cursinho mesmo após a reprovação”, explica.

A mãe também confere o sucesso do filho ao apoio recebido na escola.

“No APOGEU, sempre deram muito valor ao João Vitor e a todos os adolescentes que estão lutando por um sonho.

Meu sincero agradecimento ao colégio e aos professores, por tornarem esse sonho real.

Não tenho palavras para descrever tamanha gratidão”, completa Luzia.