Ação foi realizada nesta quinta-feira nas praças Mário Del Giúdice e Emílio Jardim.

Ação social ocorreu nesta quinta em duas praças de Viçosa Prefeitura de Viçosa/Divulgação Uma ação conjunta, realizada nesta quinta-feira (25), por profissionais das secretarias de Saúde e Assistência Social da Prefeitura de Viçosa ampliou o reforço dos trabalhos de abordagem à população de rua, durante o período de isolamento social por conta do novo coronavírus no município. Equipes atuaram na região das praças Mário Del Giúdice e Emílio Jardim, onde havia relatos da permanência de grupos de pessoas em situação de rua, além de pessoas que são usuárias de álcool e outras drogas, mas que não permanecem em situação de rua. Durante a ação, os profissionais coletaram dados pessoais dos indivíduos, visando manter em registro o nome completo de cada um, bem como sua documentação, caso possuam.

Também deram início à investigação dos motivos pelos quais essas pessoas se encontrarem vivendo nas ruas, a existência ou não de familiares no município e a cidade de origem. A meta das abordagens sociais que foram reforçadas em Viçosa desde o início da pandemia da Covid-19, é acolher essas pessoas e fazer a triagem das mesmas para que possam receber acompanhamento dos serviços de saúde, assistência social, moradia e alimentação oferecidos pela Administração Municipal. O trabalho coordenado pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) segue o plano de trabalho para prevenção e contenção da pandemia desenvolvido pela Secretaria de Assistência Social.

Atenção especial é dada ao aspecto físico, emocional e psicológico da pessoa em situação de rua.

Quando o abordado apresenta indícios de possuir algum transtorno mental ou for usuário de álcool ou outras drogas, a equipe de abordagem providencia o encaminhamento para os serviços do CAPS II ou CAPS AD, onde o indivíduo é avaliado por uma equipe especializada. Levantamento Segundo levantamento da Secretaria de Assistência Social, cerca de 90% desse público possui moradia na cidade, mas está com os vínculos familiares fragilizados ou rompidos devido ao consumo de substâncias psicoativas.

Desde o início de março, a Prefeitura acompanha a situação de 17 pessoas nessa situação, seja com acolhimento na República Municipal ou com fornecimento de alimentação para aqueles que se recusam a permanecer no lar temporário.

Nesse mesmo período, foram identificados também 11 migrantes, sendo que nove deles tiveram as famílias localizadas e foram encaminhados para suas cidades de origem.