Algumas mudanças na sociedade são preocupantes: pessoas que nasceram entre 1980 e 1990 (millennials) preferem adotar cães e gatos a terem filhos.

Cada vez mais individualistas e solitários, os jovens estariam trocando relações humanos pela companhia de animais, o que para o pastor Anderson Silva pode ser interpretado como idolatria.

“O ‘veganismo moderno’ e a ‘revolução pet’ são um novo tipo de paganismo: o animal se tornou divindade ou o substituto da humanidade! Os idólatras animais acumulam divórcios, enriquecem cartórios e advogados, criam um dos mais lucrativos mercados da atualidade (o pet) e tentam transferir as dores do coração a um ser que não pode falar de volta”, disse ele no Facebook.

“A idolatria pet se dá pela possibilidade de um relacionamento monólogo, eles não falam de volta.

Aí fingimos que está tudo bem…”, completou o pastor causando grande polêmica em suas redes sociais.

O pastor não exagera ao chamar a atenção para essa inversão, dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) coletados em 2013 já mostravam que os lares brasileiros tinham mais animais do que crianças de até 12 anos.

Segundo o IBGE, as famílias brasileiras cuidam de 52 milhões de cães contra 45 milhões de crianças.

E a expectativa do órgão era que as famílias dariam cada vez mais espaço para os animais e menos para os filhos pequenos.

A mensagem do pastor foi compartilhada centenas de vezes e ele precisou gravar um vídeo explicando sua visão e dizendo que, ao criticar quem chama animais de filhos, ele não estava dizendo que os bichos não merecem carinho e cuidado.

“A fragilidade humana produziu a idolatria animal! Por dores relacionais reais, as pessoas bestializaram suas afeições humanas e transferiram isso aos PETS”, concluiu.

Assista:DESENHANDO: A fragilidade humana produziu a idolatria animal! Por dores relacionais reais, as pessoas bestializaram suas afeições humanas e transferiram isso aos PETS.

Posted by Pastor Anderson Silva on Monday, January 6, 2020